26 set

Assessoria de Imprensa ou Publicidade: o que vale mais?

Se enquanto você lê uma revista você se deparar com uma página de anúncio, o que você faz? Antes de assistir seu canal no YouTube você “pula o anúncio”? No intervalo da sua novela favorita você zapeia os canais com o controle remoto? Ao navegar pelo Instagram você oculta ou denuncia anúncios que não pediu pra ver?

Ao querer comprar um novo imóvel, você pesquisa sobre os melhores bairros, diferenciais de projetos, valor do metro quadrado? Procura saber de amigos e familiares o que eles acham sobre uma determinada região da cidade? Busca soluções e dicas de decoração para saber se o imóvel desejado comporta seu novo sonho de morar?

Onde entra a assessoria de imprensa?

Se você respondeu sim para pelo menos uma das perguntas anteriores, vai concordar que a publicidade por vezes incomoda e se torna desinteressante, ainda mais quando você está buscando um conteúdo específico. Mas você já parou pra pensar em como aquele conteúdo, encontrado entre tantos outras notícias e assuntos, foi produzido? Pode ter surgido durante uma reunião de pauta (momento que editores e repórteres dos veículos se reúnem para decidir quais serão os temas da próxima edição da revista ou jornal), pode ter sido uma demanda interessante de algum leitor que escreveu para o SAC do canal, a cobertura ou participação em um evento, um informe publicitário (ops!), mas também pode ter surgido de uma sugestão de pauta que o assessor de imprensa enviou ao veículo. Bingo! Uma das tarefas da assessoria de imprensa é sugerir que os canais de comunicação falem de seus clientes por meio de conteúdos exclusivos, relevantes e que causem certo impacto no leitor ou espectador após sua publicação. E mesmo que a sugestão não tenha partido da sua assessoria, o seu assessor pode tentar incluir sua empresa como fonte daquela matéria, referendando o assunto e trazendo mais consistência ao tema. Transformar o cliente em notícia é o papel principal de um assessor de imprensa na construção da reputação de uma marca.

É fato que com a transversalidade das mídias, onde on e off-line se misturam o tempo todo, algumas vezes o editorial é boicotado pelo comercial. Veículos já condicionam a publicação de uma determinada notícia apenas se houver um anúncio publicitário. Questão de sobrevivência? Políticas capitalistas? Como dissemos no post anterior – A reinvenção da imprensa – tudo está em constante transformação. Mas independente de condutas individuais, a consideração que demos para uma reportagem é muito maior ao do anúncio “quer pagar quanto”, não é mesmo?

Escolha relacionamento e conteúdo relevante

Repense o posicionamento da sua empresa por meio de conteúdos relevantes, que façam a diferença, que contribuam para o aprimoramento do ser humano, intelectual, aspiracional ou fisicamente. Não coloque todos os ovos em uma só cesta. Afinal, reputação se constrói com o tempo e como as pessoas se relacionam com sua marca será determinante nessa jornada.

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